SLIDER

ESTE É UM PEQUENO JARDIM

30.10.16


É engraçado pensar que faz seis anos disso tudo aqui. Seis.

Lembro do primeiro dia, dos primeiros posts, do entusiasmo em desbravar cada pequeno canto deste mundo que é a blogosfera, das dores de cabeça para prender o básico de HTML, a labuta da busca incansável do template que refletisse o que a Temporada das Flores é, dos primeiros comentários... Tenho cada pequena vitória guardada dentro de mim.

Cuidar de um jardim não é tarefa fácil, nem tudo são flores. Vez ou outra, aparece uma erva-daninha querendo tragar um dente-de-leão e, acredite, não é por falta de cuidados. Lagartas aparecem sem bater na porta e comem duas ou três flores. A gente aprende a suportar. Quando a primavera e o verão chegam, tazem um respiro aliviado e compensador de "ah, valeu a pena cada calo e ferida nas mãos de tanto podar e regar. É bom ouvir o canto das cigarras no fim do dia".
TUDO OUTRA VEZ

TUDO OUTRA VEZ

18.10.16

Depois de uma grande queda, você tem duas opções:
1. Criar raízes em meio aos destroços.
2. Renascer, permitindo que a dor da perda seja o seu adubo.

11 de setembro de 2016.
Os ventos levaram o que era superficial. O essencial não está disponível ao roubo. Com o que sobrou, fizemos algo novo.

SETE COISAS ALEATÓRIAS QUE ME INSPIRARAM

17.10.16


1. O trabalho de escultura que a artista Kate Kato faz com papel, têxtil e materiais reciclados. Estou totalmente fascinada e inspirada!
2. Esta embalagem minimalista que a Kali Day produziu para uma linha de leite aromatizado, da marca BREAKFAST.
3. Azul é a minha cor favorita e gosto dela em todas as suas variações.
4. Tô apaixonada por esse tom de lilás clarinho e vou protegê-lo.

EU ESCREVO ASSIM

11.10.16


Amo escrever cartas, fazer anotações no meu planner, prosas num mini-caderno de poesias, planejamento dos meus projetos, lista de supermercado/feira para painho... E por aí vai. A verdade é que eu amo escrever.  

Quando recebo uma carta, ou até um bilhete, escrito à mão, fico uns cinco minutos só observando o jeito como a pessoa escreveu. Olho a forma como fez a curva do "b", como fez o "t", "m", n" e "s". Isso me prende. Acho fantástico ver a caligrafia das pessoas, é peculiar. Mostrar a letra da gente é uma das coisas mais íntimas que podemos fazer, acredite. É como se despir, é algo muito particular.

EIS A CHARADA, MEU CARO

6.10.16



"Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então."


Desde criança, escuto "Metamorfose Ambulante", do Raul. Só dia desses, parei para digerir cada palavra, como deveria ser. Acho que foi por conta da sensibilidade, quero crer que sim.

Nasci com o cabelo liso, a pele mais bronzeada e vivia de franjinha indie. Acontece que eu cresci. Meu cabelo cacheou (cacheou muito, por sinal), não há sinais de bronzeamento na minha pele e não tem como ter franjinha lisa sem ousar vir a ser refém da chapinha. Não tive como controlar essas mudanças, elas simplesmente aconteceram e sem pedir licença.
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