3/08/2013

FRÁGIL?

Foto: Alexandra Sophie
Leitura em: Lucas 8:1-3
“E estavam ali, olhando de longe, muitas mulheres que tinham seguido Jesus desde a Galileia, para O servir;” Mateus 27:55
   Sempre me impressiona a capacidade que mulheres têm de negar-se a si mesmas e de servir a seus semelhantes. Vejo isso em mães, irmãs, professoras, líderes de departamentos de igrejas, esposas etc., enfim, em mulheres que se dedicam ao bem estar daqueles que lhes estão ao alcance. Pessoas que, em matéria de servir, longe de merecerem ser classificadas como sexo ‘frágil’, apesar da fragilidade física que possam apresentar, podem ser descritas como guerreiras.
   O texto desta meditação, que faz parte dos relatos da crucificação de Jesus, chama nossa atenção para pontos importantes a respeito da atuação dessas heroínas. Ele destaca que havia muitas mulheres acompanhando Jesus naquele momento trágico. Algumas, inclusive, se achegaram tão perto da cruz que ouviram Suas últimas palavras (João 19:25-27). Mostra ainda que elas não estavam ali por acaso, mas vinham acompanhando o Mestre desde a Galileia, numa viagem difícil e perigosa. E mais, para mim o ponto principal, elas não foram a Jerusalém a passeio ou turismo religioso, para, quem sabe, apreciar as belezas da Cidade Santa. Não, elas estavam lá para servir Jesus em Suas necessidades, o que faziam de muitas maneiras, assim como já haviam feito em outras viagens d’Ele, como lemos hoje. Elas estavam dispostas a servi-lO até mesmo após a Sua morte, pois arrumaram forças, não sabemos como, para acompanhar o sepultamento e, ainda, preparar especiarias para ungir o corpo sem vida do Salvador (Lucas 23:55, 56).
   Com certeza, a força do sexo nada frágil se evidencia em mulheres como estas que dedicam suas vidas no serviço a Jesus e ao próximo. Olhemos para elas com gratidão e aprendamos as lições que nos ensinam por meio de suas ações. Acima de tudo, lembremo-nos que o amor a Jesus e ao próximo demonstrado por elas é um bom exemplo que todos devemos seguir.
   No amor a Jesus está a base para a superação de qualquer suposta fragilidade.

(Pão Diário – Texto de JSD - Janeiro | 15 | Dezembro - ARG)














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