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Sobre dar crédito em tempos de likes

8.6.18


Tenho sido um pouco chata no Instagram Stories, mas é por um bom motivo. Há uma semana, fiz uma série de postagens por lá (inclusive,  elas estão salvas no destaque "dicas") sobre a importância de dar créditos aos materiais alheios que a gente encontra por aí. Às vezes, esses materiais chegam até nós de uma maneira picotada, não sabemos exatamente quem é o criador e qual é a fonte original... repostamos e seguimos a nossa rotina. E tudo fica por isso mesmo. Afinal, não estamos cometendo nenhum crime, não é mesmo? Só que a história não é bem assim...

"Se você não quiser que usem a sua imagem, evite postá-la na internet." 

Esta é a desculpa favorita de quem costuma usar materiais alheios de forma errada e fica descontente quando o autor entra em contato reivindicando os créditos, os direitos do uso ou algo do tipo. Essas pessoas acreditam fervorosamente que tudo que está na internet "é de todo mundo" e tudo bem, que depois que algo é postado já não existe mais dono e não há nenhuma lei sobre nada do gênero. Que tudo não passa de mimimi. Mas este é um tipo de pensamento limitado e desinformado. 

"Dar crédito é sempre esperado."

Se você divide com outras pessoas o trabalho de alguém, é seu compromisso dar o crédito para o criador. Pode ser que você considere isso inútil e até pense que ninguém vai dar a menor importância em saber de quem é a tirinha que você acabou de repostar no Instagram Stories ou no Twitter. Mas é assim que demonstramos apreço, cuidado e repeito ao trabalho de alguém - principalmente ao autor. Mas só dar créditos não é necessário, é preciso fazer isso de maneira correta. 

"se você não atribuir corretamente o crédito do trabalho que compartilha, rouba não somente a pessoa que o fez, mas também todas com quem está compartilhando. Sem a devida atribuição, elas não podem entender melhor o trabalho ou encontrar mais trabalhos parecidos." 

Você consegue fazer isso quando expõe o cenário do que está sendo dividido: o que é, quem o fez, quando, onde, para o que, por qual razão está sendo compartilhado, por que é importante e onde elas acharão mais dele.

Linkar o autor é a forma mais respeitosa, útil e significativa que você pode fazer na internet. Escrever apenas o nome dele não terá tanta relevância quanto atribuir um hyperlink que direcione seu leitor até o criador do conteúdo. As pessoas são preguiçosas, elas não terão ânimo para pesquisar mais sobre a fonte. 

"Dar crédito é como colocar plaquinhas de museu ao lado das coisas que compartilha."

Hoje, é muito difícil não encontrar o autor de determinada coisa. O Google é uma ferramenta inteligente de pesquisa. E mesmo não sendo 100% perfeita e não te mostrando a fonte de determinado conteúdo, o melhor a fazer é não compartilhar aquilo que você não sabe quem o fez. É melhor não repostar do que fazer isso do jeito errado e desrespeitoso.

Como dar os créditos de forma correta no Instagram?

Se você está repostando uma imagem que não é sua, a primeira coisa que deve ser escrita na legenda é o crédito do autor. Esta é a informação mais importante que você precisa passar e ela só terá efeito se estiver no topo, nunca no fim do seu texto. Jamais faça apenas uma marcação em cima da foto, quem vê aquilo? Lembra que as pessoas são preguiçosas? Pois é... Quando você escreve um texto e só no fim dele deixa a @ do autor, é como se estivesse maquiando o crédito e contribuindo para ele perder o seu "valor".

Se você não foi autorizado pelo autor, não faça estas coisas:

  • não corte a imagem;
  • não faça interferências;
  • não manipule a imagem usando o Adobe Photoshop ou qualquer outro editor;
  • não desconfigure a imagem da sua versão original;
  • não remova a assinatura do autor ou insira a sua;
  • não use de forma comercial;
  • não estampe em produtos.

O que você pode fazer ao repostar uma criação alheia consiste nisto: compartilhe sem fazer nenhum tipo de alteração. É mais prático, seguro e educado.

E sim, existe uma Lei de direitos autorais em espaços digitais, ela foi criada há poucos anos atrás. Também existem delegacias especializadas em tratar crimes virtuais. Ou seja: o criador é sempre assegurado dos seus direitos autorais. Então, a frase que abre o segundo parágrafo deste post é totalmente equivocada. É necessário trazer assuntos como este para a nossa roda de conversa e evoluirmos as nossas ideias e conceitos sobre o que nos cerca. 

Ninguém nasce sabendo de tudo e isso é okay. 

A desconstrução acontece ao longo da vida e do aprendizado. Eu também não sabia disso tudo até estudar sobre. Eu entendo e compreendo que muitas pessoas usam os materiais alheios de forma errada não por quererem fazer isso de má fé, mas por realmente não terem conhecimento do correto/errado. A gente precisa ensinar, não com grosseira ou arrogância. Precisamos humanizar os nossos círculos virtuais e demonstrar respeito ao trabalho do nosso colega. Assim, criamos uma rede sólida e de valor. ;-)


Ei você, as citações foram retiradas do livro Mostre O Seu Trabalho, do Austin Kleon. 

3 séries e 2 filmes que você precisa assistir

20.5.18


When Calls The Heart ~ ★★★★★

Sem pestanejar: é a minha série favorita do mundo. Talvez isso signifique que me tornei uma pessoa suspeita para falar um "a" sobre ela, mas está tudo bem. Bom, "When Calls The Heart é ambientada no início do século XX, em Hopy Valley, uma pequena comunidade que fica no Oeste do Canadá. Conta a história de Elizabeth Tatche, uma mulher rica que deixa todo conforto e luxo da sua classe social para ir em busca do seu maior objetivo: ser professora e fazer a diferença na vida das pessoas. Elizabeth registra no seu diário todos os dias dessa nova fase da sua vida. A série é focada na força da mulher e em como elas são tão capazes quanto os homens, além disso ela também transmite vários valores que nós acabamos esquecendo de praticá-los no cotidiano. Vale cada segundo.

Tenho certeza que se você assistir, esta série terá um valor relevante na sua vida e ganhará um espaço bem aconchegante no seu coração. Inevitável não amar.


The Paradise ~ ★★★★★

Baseada em "Au Bonheur Des Dame" (O Paraíso das Damas), um romance francês de Émile Zola, The Paradise acontece no noroeste da Inglaterra em 1870. Conta a história de Denise Lovett, uma jovem com uma capacidade singular para vendas e empreendedorismo criativo. Tudo isso também no início do século XX, quando as mulheres eram vistas como frágeis e ainda não estavam na linha de frente dos negócios. Trata do preconceito e diferenças de classes, mas tendo a força da mulher como background. A indumentária é impecável, não posso deixar de comentar sobre isso.

Aprendi lições de relevância, principalmente no quesito empreendedorismo criativo. Além de ser uma série didática, tem suspense, romance, drama e uma trilha sonora ma-ra-vi-lho-sa!

Nota aleatória: não houve um episódio em que eu não achasse chocante a semelhança entre a atriz Joanna Vanderham (Denise) e minha amiga Raíssa Bulhões. Eu sei que tenho apenas 2 graus de reserva no olho esquerdo, mas continuo achando elas muitíssimo parecidas. :-P


Land Girls ~ ★★★★★

Situada durante a 2ª Guerra Mundial quando originou-se no exercito britânico o "Women’s Land Army", obviamente composto por mulheres que foram encarregadas de trabalhar em áreas rurais relocando a mão de obra masculina. A série é curtinha, contém apenas 3 temporadas com 5 episódios cada, foca na luta das mulheres contra o machismo e o preconceito durante uma época totalmente opressora e violenta. Land Girls mostra esse período de um ângulo diferente do qual estamos acostumados a ler, assistir e estudar sobre. 


Preciso exaltar a fotografia e o figurino que as mulheres usam em Land Girls. Babei em cada episódio, desenharia e usaria tranquilamente todos eles. Sensacionais!


Renoir ~ ★★★★★

O filme retrata a velhice do grande pintor francês impressionista Pierre-Auguste Renoir (um dos meus artistas favoritos da vida), no ano de 1915. Talvez você pense que se trata de uma cinebiografia, mas não é. Na verdade, são recortes dos últimos anos de Renoir, quando ele já estava sofrendo de artrite reumatoide e, apesar disso, ainda pintava com vigor. Se você ilustra, pinta ou está imerso no mundo das artes, este filme é obrigatório. Ele enfatiza o que inspirava o pintor, como ele pintava mesmo sentindo fortes dores nas mãos, o ambiente em que ele vivia, a interação com a natureza... É lindo, simplesmente encantador. Como diria Maurílio dos Anjos: "eu gostaria de recomendar à todos os amantes do cinema, do Brasil e do mundo, que fossem assistir esse filme". ;-)

Nota aleatória: eu amo tanto Auguste Renoir que tenho uma conta no Twitter (que uso só para comentar o que estou assistindo e inúmeras besteiras) e o meu user por lá é @mamarenoir hehe.


Meu Romance Perfeito ~ ★★★★★

O título já deixa claro que trata-se de um romance fofo que a gente gosta. Conta as aventuras de Vivian Blair, uma programadora que propõe um algoritmo de namoro ao novo CEO chato, machista e narcisista. Ele, como já é de se imaginar, vai duvidar do potencial dela e do quão forte, competente e determinada Vivian é. 

Ah, todos estes títulos estão disponíveis na Netflix (bom, pelo menos até a data em que este post foi publicado), exceto - muito infelizmente - The Paradise. :-/

Qual série ou filme você me sugere?

Hey, as fotos ficaram com o colorido diferente pois foram feitas durante o pôr-do-sol, okay?

Três dicas de ouro para um bom network

13.5.18


Interaja 

Participe de desafios, faça projetos colaborativos com seus colegas, alargue o seu círculo de amizades. Crie oportunidades, meu bem! A todo momento surgem inúmeros desafios nas redes sociais seguidos de uma hashtag (bendita hashtag!) que facilita determinados grupos se conectarem. Esses desafios são os ourinhos que estão no pote bem no fim do arco-íris. Eu estou participando do "#100DiasDeDesenho" criado pelas meninas do Clube do Bordado. 

Chame aquele seu amigo que trabalha na mesma área para criarem algo juntos. Collabs são maravilhosas para ambos os lados, meio a meio. Justo. Quanto mais você interage com outras pessoas, mais você alarga seu círculo de relações e se faz conhecido. É como uma teia. Trabalhar com arte já é solitário por si só, aproveite os meios que facilitam a comunicação para criar novos laços. Seja onipresente. :-P Não precisa ser invasivo, apenas agradável e respeitoso. 

Cuidado com a fragilidade que você transmite

Sinto um pouco de aflição quando vejo alguém, o tempo todo, pedindo permissão para os outros pra fazerem o que elas querem fazer. Isso parece ser vicioso e nocivo. É legal permitir que outras pessoas façam parte do seu processo criativo ou das suas ideias, mas é necessário criar um limite nisso tudo. Existe uma diferença em interação com o seu público e uma dependência dele para as suas ações. Por exemplo: é legal perguntar se querem ver o processo criativo de uma pintura que você fará amanhã. Não é legal ter uma dependencia de outros para criar. A arte, antes de qualquer, coisa é um conjunto de percepções, ideias e sentimentos do artista. É legal essa "coletividade", mas ela não deveria se transformar num "o que você quer? eu te dou" e sim num "é isso que eu tenho, o que você acha?".

Por vezes, eu produzi e agi para um público que existia unicamente dentro da minha cabeça. Me fiz de demente, mas eram coisas que me deixavam ser quem eu queria ser. Já perdi a conta de quantas vezes escrevi imaginando ter o número de seguidores do Neymar, mas na verdade estava escrevendo para um total de 12 pessoas. Acredite. Não é sobre números, não é sobre o que vão achar, é sobre o que quero transmitir. Isso ficou confuso?

Cuidado com o que você difunde, existem pessoas mal intencionadas que podem usar a sua fragilidade para tentar abafar a sua semente de florescer. Faça uma análise do que você tem comunicado.

Não seja uma pessoa "reclamona" nas redes sociais 

Por favor, nunca seja essa pessoa no Twitter, Facebook, Instagram ou em qualquer outra mídia social que você utilize para promover o seu trabalho. Seu contratante está de olho em você, seja ele uma empresa ou pessoa física. Ambos não gostariam de trabalhar com uma pessoa que não transmite credibilidade no conteúdo que posta, que reclama de tudo e não é segura de si. 

O meu Facebook, por exemplo, é a única rede social que eu não uso como plataforma de trabalho, é o meu espaço pessoal. Contudo, por lá eu tenho um círculo de relações que surgiu por conta da minha profissão, então eu policio bastante o que vou postar, compartilhar e até comentar. Estou cercada de colegas de profissão, de professores, de pessoas que trabalham em empresas que já colaborei com algum projeto, enfim. Por isso, preciso cuidar da minha imagem, pois ela é o meu cartão de visitas. Vejo uma publicação polêmica e passo correndo! Abstraio e finjo demência. Não quero ser a sabichona de nada.   

Hey, isso não significa que você não pode reclamar de nada. Não, somos seres críticos e pensantes. Que tal fazer reclamações coerentes ao conteúdo que você coloca no mundo e apresentar soluções? Dia desses, reclamei no Twitter sobre uma série de artistas que estão fazendo trabalhos iguais aos de outras pessoas e o quão preocupante isso é. Contestei algo que faz parte do meu nicho e apresentei soluções reais.

Construa um bom nome. Mantenha-o limpo. Não se contente com menos. Não se preocupe em ganhar um monte de dinheiro ou ser bem-sucedida. Preocupe-se em fazer um bom trabalho... e se puder construir um bom nome, eventualmente esse nome será sua própria moeda.
~ Austin Kleon  

Tenho certeza que se você seguir estes conselhos coisas incríveis e positivas acontecerão na sua vida. :-)

Mulheres incríveis que me inspiram

10.5.18


No YouTube ~ Lorrayne Mavromatis

Conheci a Lorrayne há 8 meses atrás, através de um amigo. Para ser mais exata, conheci a Lô poucos dias após o Furacão Irma. Já assisti praticamente todos os vídeos que ela produziu. E, caramba, essa menina tem uma fortaleza dentro dela! Lorrayne é uma sobrevivente que esteve no olho do furacão, perdeu a casa e tudo que havia nela, foi evacuada de onde morava com a roupa do corpo e uma mochila, transferida pela faculdade para um lugar com cultura e clima totalmente diferentes, precisou ficar longe do esposo, começar vários novos ciclos, e por aí vai... e tudo isso sem perder a fé na vida, o riso e a graça. Ela tem história para contar, ô se tem! De longe, é o primeiro nome que sempre busco no YouTube. No canal, a Lô dá dicas de fotografia (a profissão dela), de inglês, gambiarras (é uma das minhas), como se comportar numa entrevista de emprego... conteúdo é o que não falta.

Na confeitaria ~ Raiza Costa

Desconfio que a Raiza seja metade gente e a outra metade um caldeirão fervilhando ideias doces, criativas e coloridas. Pense num ser humano incrível? Pensou nela. Videomaker, chefe de confeitaria e diretora de arte. Formada em Artes Visuais e já frequentou o The French Culinary Institute of Nova York. Quer mais? Pioneira em ter um canal no YouTube 100% dedicado à confeitaria no Brasil e tudo isso numa "pegada" retro-pop. Impossível assistir um vídeo e não babar, ficar com o queixo no chão e se perguntar como é possível haver tanta criatividade em uma pessoa.

Na literatura ~ Rupi Kaur

Queria ser vizinha da Rupi e chamá-la de amiga. A Rupi é sen-sa-ci-o-nal. Poetisa, artista, escritora, mulher. Dona do prêmio Goodreads Choice Awards Best Poetry e de uma multidão de seguidores no Instagram (e fora dele). Escreveu meus dois livros favoritos: Milk and Honey e The Sun and Her Flowers. Ela fala de forma crua e sensível sobre abusos, relacionamentos , feminilidade, autoestima e cura. 

Minha citação favorita (que até já ilustrei, aqui ó):

quero pedir desculpa a todas as mulheres
que descrevi como bonitas
antes de dizer que eram inteligentes ou corajosas
fico triste por ter falado como se
algo tão simples como aquilo que nasceu com você
fosse o seu maior orgulho quando seu
espírito já despedaçou montanhas
de agora em diante vou dizer coisas como
você é forte ou você é incrível
não porque eu não te ache bonita,
mas porque você é muito mais do que isso.

Na música ~ Marisa Monte

Dispensa apresentações e elogios. Ela em si já é um elogio. Incluo a Marisa em quase todas as minhas playlists e acho justo, justíssimo.

Essas mulheres me inspiram ser alguém melhor, mais confiante e leve. É claro que existem muitas outras na minha lista, mas essas quatro representam muito bem o time de força. ;-) Quem tem te inspirado?

O amorzices é um projeto mensal, publicado todo dia 15, criado pelo trio amorzinho Sernaiotto + Serendipity + Desancorando e que tem um tema de base: amor. O tema de março foi a importância de compartilhar quem te inspira.

O poder está no ar

30.4.18


Estou ensaiando escrever e publicar este post desde Janeiro. A verdade é que não sou muito boa em divulgar aqui as peças que já criei. O que é irônico, afinal este espaço é meu e não existe maior intimidade ou liberdade do que aqui para eu escrever sobre o que me der na telha. Talvez eu tenha me sentido acomodada apresentando meus trabalhos apenas no portfólio ou no Instagram, por exemplo. Mas me comprometo a manter este blog atualizado em relação aos trabalhos que faço. Pelo menos servirá para a posteridade. Talvez.

Em Dezembro de 2017, a Editora Globo me convidou para ilustrar uma matéria da Stéphanie Durante para a revista Casa e Jardim. E eu topei. Ilustrei "O poder está no ar", que é basicamente um apanhado de plantas que ajudam a filtrar o ar da casa e das propriedades de óleos essenciais. O desafio era desenhar três ambientes de uma casa (sala, cozinha e quarto) com as plantas que a Stéphanie falaria. Tem samambaia, antúrio, lírio-da-paz, lavanda... e tudo isso levando em consideração que seria uma matéria para uma revista de decoração. Então, os ambientes deveriam fazer jus.

E eu, que sempre gostei de The Sims e de montar pastas de decoração no Pinterest, tive o meu momento de glória hehe. 


Já comecei amando o fato da Editora me dar total liberdade para criar os cômodos do jeito que eu desejasse. Sofá rosa, tapete listrado e uma parede colorida em destaque. Okay, eles aprovaram tudo, principalmente a paleta de cores que escolhi. Fiquei em nuvens.


Para a cozinha, misturei o armário mais discreto com o a mesa branca com cadeiras coloridas. Louça clássica na pia e suporte do vaso de madeira, um toque rústico. Parece que fiquei empolgada, né? Pois é, fiquei mesmo.


Por fim, o último ambiente ilustrado: o quarto. Para ele, o limpo e aconchegante. Eu, particularmente, não gosto de muitos elementos visuais juntos. Me dá um pouco de cansaço e enjoo. Acabo enjoando muito rápido de decorações "pesadas" e cheias de detalhes. Por isso, o quarto - para mim - precisa ser um ambiente "puro". 


Não entendo lhufas de decoração ou coisa do tipo. Mas fiz muitas pesquisas, criei moodboards e estudei cada detalhe deste trabalho. Talvez eu tenha me animado além do limite neste projeto, mas foi muito divertido fazer isso. E tá tudo bem. ;-)

A revista é a edição de Janeiro de 2018, Nº 756. Se você tiver interesse em comprar, custa R$15.

Obrigada por tudo. Três beijos.

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